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Celular para criança: cuidados essenciais que os pais devem ter!

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Segundo uma pesquisa conduzida pela Kaspersky, 73% das crianças com menos de 10 anos já possuem um celular próprio, e a metade dos pais acham que os pequenos passam tempo demais com o aparelho.

Esse mesmo estudo afirma que 15% dos pais admitem desconhecer completamente o que os seus filhos postam nas redes sociais, e 40% desses perfis são criados sem a supervisão de um adulto.

A internet e a tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento do mundo, e as crianças precisam se apropriar dessas ferramentas para estarem preparadas para uma realidade em constante transformação.

Por outro lado, esse pode ser um ambiente altamente perigoso quando acessado de maneira desassistida. Dessa maneira, criamos um conteúdo exclusivo sobre os cuidados essenciais que os pais devem ter ao entregar um celular para criança. Confira.

Defina limites de tempo

O primeiro passo para uma relação saudável com o celular, é definir um limite de tempo e uma certa rotina de uso. Por exemplo, se evitar durante a semana, pode utilizar um pouco mais nos finais de semana.

De acordo com especialistas consultados pela BBC News Brasil, até os dois anos de idade os aparelhos são proibidos. Há muitos estímulos visuais e auditivos que podem até mesmo ser prejudiciais para o desenvolvimento.

Depois dessa faixa, o tempo de uso por dia, de maneira não contínua, deve ser de 2 horas. É fundamental ter esse controle, pois os aplicativos e redes sociais são feitos, justamente, para que o usuário passe o máximo de tempo possível na tela.

Agora, se você tem dificuldade de largar o WhatsApp, que dirá uma criança?

Tome cuidado com os horários

A definição de uma rotina, conforme citado, é fundamental para o uso consciente pelas crianças. A exposição às luzes do aparelho nas duas ou três horas antes de dormir prejudica a qualidade do sono.

Lembre-se que há muito mais estímulo para continuar usando do que para largar. Essa perda se traduz em baixo desempenho escolar, sono ao longo do dia, e até mesmo desestímulo a brincadeiras que não acontecem na tela.

Essa rotina, na verdade, constitui o do hábito. A criança cria uma noção de quais são os melhores momentos para utilizar o aparelho, e isso tende a se refletir no uso quando chegar à fase adulta.

Preste atenção com os conteúdos

Existe uma linha muito tênue entre invasão de privacidade e cuidado parental. É fundamental dar para a criança a autonomia para utilizar o aparelho, mas tendo total conhecimento sobre o que está sendo consumido.

Não tente se enganar. Proibir uma criança ou adolescente só funciona se você quer que ele faça algo escondido. É preciso conversar, ser sincero, e explicar os riscos aos quais está sujeito.

Preste atenção no tipo de conteúdo, como ele é consumido, e principalmente, a dosagem.

Conforme uma citação atribuída ao médico suíço Paracelso:

A diferença entre veneno e remédio é a dose.

Assim como a internet e as ferramentas para acessá-la. É fundamental ensinar os pequenos a tirarem o melhor proveito dessas facilidades da vida moderna. No entanto, com cuidado e responsabilidade.

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